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    INSS: Quem tem perícia médica agendada vai precisar remarcar exame

    A direção do órgão informou que, por ora, os serviços de perícia estão suspensos
    Foto: Divulgação
    Depois de quase seis meses fechadas, as agências do INSS de todo o país começaram a reabrir nesta segunda-feira (dia 14), mas o retorno foi marcado por muitos problemas, filas e frustração. A maioria dos segurados não conseguiu atendimento, mesmo tendo seguido a orientação do governo de agendar horário, porque a perícia médica, serviço mais esperado, não voltou. A direção do órgão informou que, por ora, os serviços de perícia estão suspensos.

    Quem tiver agendado a perícia médica para a próxima semana nas agências da capital não compareça, porque não vai haver. É preciso remarcar o procedimento por meio do (portal ou aplicativo) Meu INSS ou do telefone 135 — diz Caio Figueiredo, gerente executivo do INSS.

    Médicos reclamam de falta de condições

    A Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP) concluiu que apenas 12 das 800 agências que fazem perícias têm condições de oferecer o exame com segurança e decidiu que os peritos não retomariam os serviços para evitar congestionamento nas unidades. A perícia é necessária para receber auxílio-doença, retornar ao trabalho depois de um afastamento ou pedir aposentadoria por invalidez.

    Existem cerca de 750 mil pessoas aguardando pelo procedimento e, segundo o INSS, somente nesta segunda-feira, sete mil deixaram de ser atendidas.

    Reabertura parcial

    Na última sexta-feira, o INSS anunciou a reabertura de 547 das 1.600 agências em todo o país para atender serviços que não podem ser realizados remotamente, como perícia; cumprimento de exigências; justificação administrativa ou judicial para comprovação do tempo de serviço; avaliação social; e reabilitação profissional.

    No Rio, os segurados se depararam com agências fechadas nos horários em que deveriam estar funcionando. O INSS informou que no estado 25 agências funcionariam.

    O presidente do INSS, Leonardo Rolim, disse à GloboNews que a prioridade é a segurança sanitária e que o atendimento remoto continua. 







    Fonte: Extra

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