O anúncio foi feito em reunião realizada nesta terça-feira (04) na base da Petrobras de Imbetiba, em Macaé, com representantes da Prefeitura de Campos, Sindipetro-NF e Ashcom
“Atualmente, eles estão fazendo o teste de Covid em outros locais e, depois de ter a confirmação de que não estão contaminados, os trabalhadores seguem, de ônibus, para o Heliporto do Farol. Com a testagem sendo feita no Farol, os trabalhadores podem voltar a se hospedar em hotéis e pousadas do Farol, evitando prejuízos à economia local”, explica o secretário.
Da Petrobras, participaram da reunião, além do secretário, o gerente geral da Unidade de Negócios da Bacia de Campos, Wllisses Afonso; o gerente de Relacionamento Externo, Eduardo Santos; o gerente de Gestão Contratual, Bruno Lobão; gerente de Conformidade, Rodrigo Toledo; e a gerente de Planejamento e Gestões Operacionais da Bacia de Campos, Mariana Rosa. O coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Freitas Bezerra; as diretoras sindicais Jancileide Morgado e Bárbara Bezerra, e representante da Associação dos Empreendedores do Farol de São Thomé (Assemfrol) e Associação de Comerciantes, Hotéis e Similares do Farol (Aschom) .
“A implantação dos testes será por ondas, por grupos de plataformas, e este calendário ainda está sendo definido”, afirma Tezeu.
A implantação dos testes no Farol tem sido apontada pelo Sindipetro-NF como uma forma de evitar os transtornos durante a madrugada em hotéis distantes do heliporto, na região central de Campos dos Goytacazes e em Macaé.
A expectativa é a de que os petroleiros passem a estar no heliporto com aproximadamente duas horas de antecedência em relação ao horário de embarque. A medida gera segurança no trabalho a bordo, pois os trabalhadores não iniciarão mais as suas jornadas de trabalho após terem que passar por uma madrugada de testes e translados.
“Estamos empenhados em manter os embarques e desembarques no Farol. Além da logística favorável pela proximidade, conforme reconhece a própria Petrobras, tirar os embarques do Heliporto do Farol geraria prejuízos para a economia local.”, informa o secretário Felipe Knust.
Em virtude da movimentação dos trabalhadores no heliporto, nos últimos 20 anos, o balneário montou estrutura de hotelaria e outros serviços para atender a demanda do setor offshore e conta com cerca de 500 leitos. A preocupação do setor produtivo é que a transferência da hospedagem e de parte das operações do Heliporto para outras cidades impacte na economia.

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