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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Morte de trabalhador offshore motiva manifestação em heliporto

(Foto: Arquivo Silvana Rust / JTV)
Trabalhadores ligados ao Sindipetro-NF, realizam um “trancaço”, no Heliporto de Farol de São Thomé, em Campos, impedindo decolagens como protesto a morte de um trabalhador no último dia 20 e pedindo mais rigor no atendimento de saúde de funcionários embarcados.

Segundo o sindicato, foram 10 casos de trabalhadores que ficaram doentes a bordo ou faleceram por mau atendimento médico nos últimos anos.

De acordo com a assessoria do sindicato, a morte de um trabalhador no último dia 20 teria sido a motivação da manifestação desta quinta. Ricardo Fernando Alarcom Garcia, que era funcionário da Weatherford e estava embarcado na SS-51, teria passado mal a noite, com uma variação de pressão e foi atendido na própria plataforma. Ricardo teria sido atendido por vídeo conferência, recebido medicação e ficado em repouso no camarote, onde mais tarde, às 21h, foi encontrado morto.
Carlos Grevi

“Ele deveria ter sido desembarcado e recebido um atendimento de emergência em um hospital”, disse Marcos Breda, coordenador do Sindipetro-NF que revelou ainda que durante que outros cinco episódios semelhantes ocorreram em maio, julho, setembro, novembro e dezembro de 2014. No caso de setembro, o trabalhador, que era diabético, também acabou falecendo sem o devido atendimento.

Cerca de 300 trabalhadores não embarcaram nesta quinta. Estavam previstos 23 voos, dos quais cinco foram transferidos para esta sexta-feira (30/01), oito estão atrasados e outros dez ainda estão dentro do prazo. Segundo a Polícia Militar, cerca de 150 pessoas participam da manifestação no Heliporto.
Carlos Grevi

Mulheres que perderam seus maridos, vítimas de acidentes de trabalho em plataformas, também participaram do movimento.

Entres as viúvas, estava Suedma Pourbaix, de 57 anos, que perdeu seu companheiro em 1984, no primeiro acidente registrado em plataformas. 

"Lembro como se fosse hoje. Quando ouvi no rádio a informação de que tinha ocorrido uma explosão na plataforma de enchova e em seguida um incêndio que acabou matando meu marido e mais 36 pessoas. Além do sofrimento, a morte do meu marido trouxe muitos transtornos, porque tive que esperar quatro meses para começar a receber a pensão. E para que outras famílias não venham ser destruídas por falta de responsabilidade de uma empresa, é que estou aqui junto com o sindicato", contou Suedma.
Carlos Grevi
Foto: Deuman Heitor Maninho
Foto: Deuman Heitor Maninho
Foto: Deuman Heitor Maninho

















Ururau

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