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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Polícia Civil investiga causa da morte de criança de 3 anos em Farol

Foto: Reprodução (JTV)
Mãe conta que o filho sofria de neuropatia – doença do sistema nervoso. Mas denúncias dão conta de que o garoto sofria de maus tratos

A Polícia Civil investiga a causa da morte do menino José Adalmir, de 3 anos, que morreu dentro de casa, na Rua 4 da Vila dos Pescadores, em Farol de São Thomé, na manhã desta terça-feira (22 de abril). A mãe, Keila Daiana do Nascimento, de 24 anos, conta que o filho sofria de neuropatia – doença do sistema nervoso. No entanto, denúncias dão conta de que o garoto sofria de maus tratos. 

A família é do Ceará e há três anos mora de aluguel na praia campista. “Meu marido é pedreiro, veio pra cá a trabalho e em seguida vim com os meus filhos. Ele passa boa parte do tempo fora e eu, que sou epilética, cuido das quatro crianças. Meu filho não falava, não andava e contava com cadeira de rodas para locomover. Hoje morreu por volta das 7h”, contou.

O corpo de José foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). O perito criminal esteve no local e não constatou sinais de maus tratos. O caso está sendo investigado na 134ª Delegacia do Centro. Segundo a polícia, na delegacia, o pai da criança, José Vidal, informou que o médico do posto de saúde de Farol recusou a dar o laudo médico que atestava o óbito e, por isso, foi preciso fazer o registro de ocorrência, que entrou como remoção para verificação de óbito.

Caos na saúde

A mãe ressaltou as dificuldades para cuidar do filho e informou, inclusive, que a criança tomava medicamentos que faltavam na saúde pública, entre eles Sabril, Depakene e Frisium. “Precisei arcar com os medicamentos e cada vez que ia internar meu filho no Hospital Ferreira Machado (HFM), o Conselho Tutelar batia em minha porta dizendo que se eu não voltasse para minha cidade, eles tomariam as crianças de mim. Deles, não abro mão. Quero ajuda do governo com as passagens”, disse.

A agente comunitária do Programa Saúde da Família (PSF) e também moradora da praia, Elen de Fátima, disse que Farol não tem ambulatório para atender os moradores. “Keila tem outro filho de um ano e quatro meses que está com febre e não tem pediatra na praia. Esse atendimento só existe no verão. A falta de ambulatório levava a mãe a ter dificuldade para pegar as receitas para comprar os medicamentos de José. A ambulância também não vinha até a Vila dos Pescadores”, disse.








Jornal Terceira Via

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